5 razões porque as empresas americanas estão investindo em inbound marketing

Você já parou pra pensar por que entre tantas mensagens e ofertas recebidas a sua é a que vai realmente chamar a atenção do leitor? Afinal, os famosos termos “somos especializados em”, “temos uma oferta para você” ou “clique aqui” não funcionam mais como antes. Então, fica uma pergunta: o que você pode fazer para tornar a sua mensagem mais relevante para o público que quer alcançar?

A gente listou aqui 5 razões estratégicas de inbound marketing, também conhecido como marketing de atração, que são adotadas por empresas americanas e têm dado muito resultado. Olha só!

1. Crie conteúdos relevantes

Sempre que a gente ouve falar em conteúdos para textos ou vídeos, uma das primeiras preocupações que vêm à cabeça é o tempo e o tamanho utilizado em cada um. Mas e se a gente te disser que estas ideias não estão totalmente completas e que mais importante do que isso é a estratégia, o conteúdo com o seu DNA e o tipo de público que você quer alcançar? Cada caso é um caso! Nos e-commerces americanos, por exemplo, o tempo médio de visita no site é de 2 minutos e 27 segundos, mas isso não significa que seja uma regra. Criar mensagens impactantes é mais uma questão de formato e objetivo, do que de tamanho, grande ou pequeno, ou tempo... os youtubers que o digam! #ficaadica.

2. Conteúdo x Audiência

Um dos objetivos do marketing de conteúdo parece simples: produza mensagens relevantes para cada jornada de acesso do seu usuário e suas chances de torná-lo um cliente em potencial aumentam. Seria o ideal, se a gente não precisasse analisar mais de perto alguns fatores. Não adianta produzir, por exemplo, bastante conteúdo, se ele for pulverizado aleatoriamente, sem qualquer eficácia. A prova disso foi que, em alguns casos, blogs americanos chegaram a aumentar a produção de conteúdo em 800% - e, no mesmo período, eles tiveram uma diminuição de 89% em audiência. Ou seja, somente produzir conteúdo não serve mais. Precisamos produzir conteúdos relevantes, com DNA, e acompanhar de perto a interação do seu público.

3. No time, no date

Não existe mais o cliente, mas sim os clientes! É a hora de identificar os mais variados perfis de pessoas que podem consumir seu produto ou se relacionar com sua marca. Quem compra um Gol da Volkswagen? Um homem com profissão ascendente, com seus 35 anos e gosto pela esportividade, ou um tiozinho de 55 todo moderninho? Ou ainda, uma mulher de 23 que acabou de sair da faculdade e é trainee em um grande banco? Todos esses e muitos outros perfis são prospects para compra desse veículo.

A que horas eu devo fazer a publicação? Em que momento esses prospects vão se relacionar com meu produto? A hora que eles quiserem. Pode ser às 14h ou às 24h, depois de sair do trabalho ou na volta da balada, por exemplo.

Essa é a ideia.

Veja só: em uma pesquisa feita com cerca de 34 milhões de clientes americanos que interagiram com os mais diversos conteúdos, vemos que não há mais um dia certo, nem um horário comum para o usuário fechar uma compra/contratação ou fazer suas buscas na internet. Ele provavelmente vai acessar conteúdos de seu interesse em uma determinada hora que estiver mais tranquilo, analisar, sair e voltar para o site alguns dias depois. Por isso, que tal procurar uma ajuda especializada, capaz de mensurar a maneira como ele se comporta e interpretar todas as variáveis e públicos?

4. Engajar com mais precisão

Em tempos de ambiente digital, com tantas navegações sem linearidade, feitas por um mesmo usuário, as informações e hipóteses sobre esse comportamento são cada vez mais preciosas quando o objetivo é dar o primeiro passo na frente dos concorrentes e interpretar os números com ações estratégicas precisas e ininterruptas. Por isso, as ferramentas adotadas pelo marketing digital são diferentes daquelas usadas até então, inclusive quando o assunto é redefinir funis de vendas ou de marketing, considerando as particularidades de cada público.

Procure conhecê-las e tirar o melhor proveito para melhorar a sua performance, não apenas mantendo os seus atuais clientes, como também conquistando seu público potencial.

5. Conteúdo ideal?

Foque na criação de conteúdos que ofereçam recursos visuais para transmitir mensagens importantes e objetivas rapidamente, e em vários formatos. E já que os usuários podem dar mais atenção à sua mensagem em qualquer dia ou horário da semana, é preciso criar um processo de sequenciamento de conteúdo que envolva a sua equipe comercial e a ajude a planejar as suas ações de acompanhamento, dependendo das particularidades de cada negócio. Comprar passou a ser um processo cada vez mais dinâmico, e a sua comunicação precisa acompanhar esse ritmo se você quiser realmente engajar.

O mais importante é que seu conteúdo tenha um DNA seu! Que seja um conteúdo proprietário e reflita seu jeito de ver o mundo, e não uma matéria fria e análoga. Claro que, dependendo da estratégia de SEO, matérias frias têm seu sentido, mas para o engajamento do público, seu conteúdo precisa ser adaptado para fazer sentido para quem o absorve. Esse tem que ser o foco. Esse é o novo desafio!

Depois de saber tudo isso, você não quer ficar pra trás, né? Que tal tomar um café com a gente? Assim, além de conhecermos as suas necessidades, podemos criar uma estratégia de inbound marketing capaz de converter o DNA do seu negócio em boas histórias e vendas, sem apertar o seu bolso!

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